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Transição Energética na sua cidade

gestão energética municipal é uma ferramenta estratégica capaz de fortalecer as finanças públicas e impulsionar o desenvolvimento sustentável. Quando incorporada como política pública, permite que as prefeituras adotem ações estruturadas para otimizar o consumo de energia elétrica, assegurando economias significativas sem comprometer a qualidade dos serviços prestados à população.

Essa abordagem envolve a implementação de estratégias para reduzir o uso de energia, a negociação de preços mais competitivos com fornecedores, e a escolha criteriosa de fontes energéticas adequadas às demandas operacionais — sempre priorizando alternativas mais eficientes e sustentáveis.

Ao aplicar práticas inteligentes de uso e geração de energia, os municípios não apenas reduzem custos operacionais, como também liberam recursos para outras áreas essenciais e contribuem de forma efetiva para a mitigação das mudanças climáticas. Medidas como diagnósticos energéticos, modernização da iluminação pública, incentivo ao uso de fontes renováveis e implantação de sistemas de monitoramento elevam o nível de sustentabilidade das gestões, geram empregos verdes e fortalecem a economia local.

Tratar a energia como prioridade de gestão é liderar pelo exemplo — inspirando a comunidade a adotar hábitos mais sustentáveis e construindo um legado positivo para as próximas gerações. Com o cumprimento da legislação vigente e a adoção das melhores práticas do setor, é possível unir responsabilidade socioambiental, excelência operacional e inovação.

Mais do que reduzir custos, a gestão energética municipal representa um compromisso duradouro com eficiência, inovação e preservação ambiental, alinhando economia, qualidade de serviço e futuro sustentável.

Dúvidas

Perguntas Frequentes

Otimizar os custos com energia elétrica no setor público significa gerir de forma estratégica o consumo e o orçamento energético dos órgãos municipais, garantindo eficiência operacional, transparência e sustentabilidade fiscal.

Na prática, envolve:

  • Diagnosticar o perfil de consumo de cada instalação pública (escolas, hospitais, prédios administrativos, iluminação pública, saneamento etc.);

  • Identificar desperdícios e oportunidades de eficiência (como troca de lâmpadas, automação, retrofit e gestão de demanda);

  • Revisar contratos e tarifas de energia, aproveitando modalidades tarifárias mais vantajosas ou migrando para o Mercado Livre de Energia, quando viável;

  • Planejar investimentos em geração própria, como usinas fotovoltaicas para suprir parte da demanda.

Essa otimização resulta em redução permanente de despesas públicas, permitindo realocar recursos economizados para áreas essenciais, como saúde, educação e infraestrutura urbana.

A escolha das fontes de energia é um instrumento estratégico de gestão pública e um compromisso com a sustentabilidade municipal.

Optar por fontes renováveis e limpas, como solar, eólica e biomassa, é importante porque:

  • Reduz a dependência de fontes fósseis, sujeitas à volatilidade de preços e escassez;

  • Diminui a pegada de carbono municipal, alinhando o município às metas de descarbonização e ESG;

  • Aumenta a previsibilidade orçamentária, já que a geração distribuída e os contratos de longo prazo trazem estabilidade nos custos;

  • Fortalece o protagonismo local na transição energética, transformando o município em exemplo de inovação e responsabilidade ambiental.

Portanto, a adoção de fontes adequadas vai além da economia — é um passo essencial para construir cidades mais resilientes, eficientes e sustentáveis.

A legislação tem papel determinante na gestão energética municipal, pois define as regras, os incentivos e os limites de atuação do poder público nesse campo.

Entre os principais marcos:

  • Lei nº 14.300/2022 (Marco Legal da Geração Distribuída): possibilita a implantação de usinas solares municipais com compensação de créditos entre prédios públicos;

  • Lei nº 12.187/2009 (Política Nacional sobre Mudança do Clima): orienta municípios a adotarem ações de mitigação e adaptação climática;

  • Decretos e resoluções estaduais e municipais: estabelecem programas de eficiência energética, iluminação pública inteligente, e incentivos à energia limpa;

  • Regulação da ANEEL e ANP: define condições de acesso à rede, tarifas e contratos no setor elétrico.

Assim, compreender e aplicar corretamente a legislação permite ao gestor público acessar benefícios fiscais, participar de programas federais e garantir conformidade técnica e jurídica nas ações energéticas do município.

Os benefícios da gestão energética municipal ultrapassam a esfera econômica e alcançam dimensões ambientais, sociais e institucionais:

🌱 Ambientais:

  • Redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE);

  • Melhoria da qualidade do ar e mitigação de impactos climáticos;

  • Preservação de recursos naturais.

👥 Sociais:

  • Geração de emprego e renda local em projetos de energia limpa;

  • Inclusão de cooperativas e pequenos produtores no ecossistema energético;

  • Educação ambiental e conscientização da população.

🏛️ Institucionais:

  • Modernização da gestão pública, com maior eficiência e transparência;

  • Fortalecimento da imagem do município como referência em sustentabilidade;

  • Acesso facilitado a financiamentos verdes e parcerias público-privadas (PPPs).

Portanto, a gestão energética municipal é uma ferramenta de transformação urbana e social, que combina inovação tecnológica, responsabilidade fiscal e compromisso ambiental — pilares essenciais para o desenvolvimento sustentável local.

Por que nos contratar?

Justificativas de Contratação

Especialização Técnica: A empresa contratada possui experiência comprovada na realização de estudos de viabilidade técnica e econômica para migração ao MLE, bem como expertise na gestão de contratos de fornecimento de energia.

  • Eficiência e Economicidade: A contratação de uma consultoria evita a necessidade de treinamento interno de servidores e reduz riscos de erros operacionais, garantindo que o município aproveite ao máximo as vantagens financeiras e operacionais do MLE.
  • Capacidade de Execução: A empresa selecionada demonstrou competência na elaboração de análises de perfil de consumo, planejamento da migração e acompanhamento da transição, além de suporte técnico e administrativo aos consumidores.
  • Melhor Aproveitamento de Recursos Públicos: A terceirização do serviço permite que os servidores municipais se concentrem em suas atividades essenciais, otimizando a gestão de recursos humanos e financeiros.
  • Cumprimento dos Requisitos Legais e Normativos: A contratação seguira os princípios da Lei 14.133/21, garantindo a seleção de um fornecedor que atenda às exigências técnicas e regulatórias para a transição segura ao Mercado Livre de Energia.