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No Mercado Livre
de Energia, quem decide é você

Migrar para o Mercado Livre significa mais autonomia e oportunidades para sua empresa. E com as soluções da ENGIE, essas vantagens vão ainda mais longe.

Oferecemos contratos de energia sob medida, Certificados de Energia Renovável que comprovam a redução das suas emissões de CO₂ e tecnologias digitais que simplificam o controle e o planejamento dos seus contratos.

Assim, sua empresa conquista previsibilidade de custos, reduz despesas e avança rumo a um futuro mais sustentável — abastecida por fontes 100% renováveis.

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Perguntas Frequentes:


Mercado Livre de Energia

O Mercado Livre de Energia Renovável, também chamado de Ambiente de Contratação Livre (ACL), é um modelo em que o consumidor pode escolher de quem comprar energia elétrica, negociando preço, prazo e fonte geradora, diferentemente do mercado cativo, em que a energia é adquirida exclusivamente da distribuidora local.

No ACL, empresas podem firmar contratos diretamente com comercializadoras ou geradores de energia renovável — solar, eólica, biomassa ou PCH — garantindo previsibilidade de custos, economia e sustentabilidade ambiental.

Além do benefício financeiro, a energia adquirida pode ser certificada por I-RECs (International Renewable Energy Certificates), comprovando que a eletricidade consumida tem origem 100% limpa.

O Mercado Regulado de Energia, também chamado de Ambiente de Contratação Regulada (ACR), é o modelo tradicional em que consumidores são obrigados a comprar energia da distribuidora local, pagando tarifas fixadas pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Nele, o consumidor não pode negociar valores nem escolher a fonte de geração. Os preços são definidos por licitações públicas e repassados às tarifas, incluindo diversos encargos e tributos.

Em resumo:

  • No ACR, o cliente não escolhe o fornecedor nem o preço.

  • No ACL, o cliente negocia livremente com geradores e comercializadoras, ganhando autonomia e previsibilidade.

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Migrar para o Mercado Livre de Energia oferece vantagens estratégicas, financeiras e sustentáveis:

  • Redução de custos: economia de até 30% nas faturas de energia, dependendo do contrato;

  • Previsibilidade orçamentária: contratos de longo prazo com preços estáveis;

  • Sustentabilidade: possibilidade de contratar energia 100% renovável certificada;

  • Gestão personalizada: flexibilidade para ajustar volumes e prazos conforme a demanda;

  • Imagem corporativa sustentável, com ganhos em ESG e competitividade no mercado.

Empresas que migram para o ACL tornam-se mais eficientes, competitivas e ambientalmente responsáveis.

No Mercado Livre, a fatura de energia é dividida em duas partes:

  1. Energia contratada — paga diretamente ao fornecedor ou comercializadora;

  2. Uso da rede elétrica — pago à distribuidora local, que continua responsável pelo transporte da energia e pela manutenção da infraestrutura.

Ou seja: a distribuidora não deixa de existir, mas passa a atuar apenas como prestadora do serviço de distribuição, enquanto o fornecedor escolhido é quem vende a energia propriamente dita.

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Não.
A migração para o Mercado Livre não altera o fornecimento físico de energia, apenas a relação comercial.

A distribuidora local continua sendo responsável pela entrega da energia elétrica até sua empresa, garantindo a mesma qualidade e continuidade de serviço prevista pela ANEEL.

Mesmo que o fornecedor comercial esteja em manutenção ou alteração contratual, a energia não é interrompida — a distribuidora mantém o fornecimento e o sistema elétrico permanece o mesmo.

A energia continua chegando pela mesma rede elétrica da distribuidora, sem necessidade de mudanças na infraestrutura.

Porém, o ponto consumidor deve possuir:

  • Medidor de energia compatível com medição horária (Telemedição), exigido pela CCEE;

  • Ajustes cadastrais e técnicos conforme a distribuidora local e o agente de medição.

Essas adaptações são simples e pontuais — nada muda na rede física, apenas na gestão comercial e medição da energia consumida.

O consumidor deve formalizar o pedido de denúncia (rescisão) do contrato de fornecimento regulado com antecedência mínima de 180 dias antes da data prevista para a migração.

Esse prazo é obrigatório segundo a Resolução Normativa ANEEL nº 1.000/2021, e garante o tempo necessário para:

  • O desligamento do contrato cativo;

  • O registro da unidade consumidora na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica);

  • A homologação do novo contrato no ambiente livre.

Sim, mas é baixo em relação ao ganho obtido.
Os custos típicos incluem:

  • Taxa de adesão à CCEE (paga uma única vez);

  • Instalação ou adequação de medidor telemétrico;

  • Consultoria ou assessoria especializada para análise técnica, jurídica e regulatória;

  • Eventual multa contratual, caso a denúncia do contrato cativo ocorra antes do prazo de vigência.

Esses valores geralmente são compensados em poucos meses pela economia obtida na fatura de energia após a migração.

A escolha do fornecedor deve considerar:

  • Histórico de mercado e solidez financeira;

  • Portfólio de energia renovável (solar, eólica, PCH, biomassa);

  • Condições contratuais claras (indexadores, reajustes e prazos);

  • Suporte técnico e gestão ativa do consumo;

  • Certificação I-REC, que garante a origem limpa da energia.

A Sinergiza se destaca por oferecer soluções completas em energia renovável, unindo:

  • Expertise técnica e regulatória no processo de migração;

  • Portfólio diversificado de energia 100% renovável;

  • Gestão personalizada de contratos e consumo;

  • Relatórios ESG e acompanhamento contínuo de performance.

Com a Sinergiza, o cliente migra com segurança, reduz custos e fortalece sua estratégia de sustentabilidade corporativa.

A Política Nacional de Transição Energética (PNTE) é uma iniciativa fundamental do governo brasileiro, destinada a reestruturar a matriz energética do país, tornando-a mais sustentável e alinhada com os objetivos de redução de emissões de gases de efeito estufa.

O processo de migração segue um roteiro técnico e regulatório estruturado:

  1. Análise de viabilidade (consumo, demanda e perfil tarifário);

  2. Estudo de mercado e definição do fornecedor;

  3. Denúncia do contrato com a distribuidora (180 dias antes da migração);

  4. Adesão à CCEE e ajustes técnicos de medição;

  5. Assinatura do contrato de energia no mercado livre (PPA);

  6. Início do fornecimento e monitoramento contínuo.

Com o suporte da Sinergiza, todas as etapas são acompanhadas por consultores especializados, garantindo transição tranquila, segura e sem interrupções.