Mobilidade energética renovável refere-se à utilização de fontes de energia renováveis, como solar, eólica, para alimentar veículos e sistemas de transporte. Esta abordagem visa reduzir a dependência de combustíveis fósseis, diminuir as emissões de gases de efeito estufa e promover a sustentabilidade no setor de transportes.
As distribuidoras de energia são responsáveis por viabilizar a conexão e a medição da energia gerada e consumida na GD2. Cada distribuidora atende uma determinada região e possui suas próprias regras e procedimentos para a conexão de sistemas de GD, incluindo a GD2.
No ambiente de Contratação Livre, o consumidor livre negocia diretamente as condições comerciais de compra de energia — incluindo fornecedor, preço, prazo, flexibilidade e indexação — por meio da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Isso leva a Prefeitura por aferir preços menores tanto no valor da energia quanto no uso do sistema. Alémdo “Selo Verde” de energia sustentável
escolha da área para um data center define o futuro do investimento — e nós tratamos essa decisão com a máxima precisão estratégica. Priorizamos regiões com energia estável, conectividade robusta e espaço real para crescer, garantindo performance ininterrupta desde o primeiro dia. Avaliamos cada detalhe: disponibilidade hídrica, segurança ambiental, conformidade legal, acesso logístico e o impacto direto no TCO. O resultado é simples: terrenos que reduzem riscos, aceleram a implantação e elevam o retorno financeiro ao longo de toda a vida útil do empreendimento. Aqui, cada decisão é pensada para entregar eficiência, continuidade e valor.
A Mobilidade Energética refere-se à integração entre energia limpa e transporte sustentável, promovendo a substituição de combustíveis fósseis por fontes renováveis de energia (como solar, eólica ou biomassa) para abastecer veículos elétricos ou híbridos.
Esse conceito abrange:
Infraestrutura de recarga elétrica alimentada por energia renovável;
Gestão inteligente da rede (smart grid) para otimizar horários de carregamento;
Integração entre mobilidade urbana e geração distribuída, reduzindo emissões e custos operacionais;
Modelos de negócios sustentáveis, como o “carregamento solar” e o uso de baterias veiculares como armazenamento descentralizado.
Em síntese, mobilidade energética é o elo entre transporte limpo, eficiência energética e descarbonização das cidades.
A Transição Energética Municipal é o processo de transformação da matriz energética de um município — do uso predominante de fontes fósseis para fontes renováveis e descentralizadas, como solar, biogás, eólica e PCHs — conduzido sob uma estratégia pública de gestão.
No contexto municipal, envolve:
Planejamento energético local com metas de neutralidade de carbono;
Programas de eficiência energética em prédios públicos e iluminação;
Incentivos à geração distribuída (GD solar em escolas, hospitais, etc.);
Frotas públicas elétricas (ônibus, carros oficiais, coleta de resíduos);
Políticas de mobilidade e eletrificação alinhadas à sustentabilidade.
A gestão municipal torna-se um agente estratégico da transição energética, articulando parcerias com concessionárias, investidores e comunidade para construir cidades de baixo carbono.
O termo GD2 refere-se à Geração Distribuída remota por autoconsumo (ou compartilhada), conforme a Resolução Normativa ANEEL nº 1.000/2021 (antiga 482/2012, atualizada pela Lei 14.300/2022).
Usinas conectadas GD2 são:
Empreendimentos de geração distribuída (normalmente solares, mas também eólicos, biomassa ou PCHs);
Conectados à rede de distribuição local;
Cujos créditos de energia são compartilhados entre múltiplas unidades consumidoras, pertencentes ao mesmo titular ou consórcio/cooperativa.
Quando se fala em “usinas GD2 por estado e distribuidoras”, refere-se à quantificação e mapeamento desses sistemas registrados junto às distribuidoras (como CPFL, ENEL, CEMIG, RGE, etc.), mostrando a potência instalada, número de conexões e volume de energia compensada em cada área de concessão.
O REIDI — Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura — é um benefício fiscal federal que suspende a cobrança de PIS/PASEP e COFINS sobre bens e serviços destinados à implantação de projetos de infraestrutura, incluindo geração de energia elétrica renovável (solar, eólica, PCH, biomassa etc.).
O enquadramento ao REIDI é o processo de:
Solicitar junto ao Ministério de Minas e Energia (MME) o credenciamento do projeto;
Obter o ato declaratório de enquadramento, garantindo a suspensão dos tributos nas compras vinculadas à obra;
Cumprir os requisitos de investimento em infraestrutura produtiva (não destinada à revenda).
Na prática, o REIDI reduz o CAPEX do empreendimento em até 9,25%, tornando o projeto mais competitivo.
O Mercado Livre de Energia, ou Ambiente de Contratação Livre (ACL), é um modelo em que consumidores podem escolher seus fornecedores de energia elétrica, negociando preço, prazo e fonte (preferencialmente renovável).
Principais características:
Contratos diretos entre geradores e consumidores (sem intermediação obrigatória da distribuidora);
Possibilidade de compra de energia de fontes renováveis certificadas (I-RECs);
Previsibilidade de custos e flexibilidade contratual;
Redução de custos (até 30%) e contribuição à descarbonização corporativa.
O Mercado Livre de Energia Renovável é, portanto, um instrumento estratégico para empresas e prefeituras que desejam neutralizar emissões e cumprir metas ESG, priorizando energia limpa e rastreável.
Porque um endereço errado custa milhões em falhas, interrupções e retrabalho. A área certa elimina riscos desde o início e coloca seu data center para operar com máxima estabilidade e mínimo desperdício. É a decisão que mais protege — e potencializa — o investimento.